Gramado Dia 07 – Aventura no campo, paixões renovadas e um polvo inesquecível (?) 🌾🍷🌍
Meu sétimo dia em Gramado começou com um vazio na agenda e uma vontade enorme de não repetir caminhos já trilhados. Não me animei para o passeio até Nova Petrópolis e, ao mesmo tempo, também não queria ficar zanzando sem rumo. A solução? Uma ideia que já vinha me rondando: visitar os Olivas de Gramado! ✨
De última hora, ainda cedinho, consegui agendar um transfer até lá. Apesar de ser um lugar famoso pelo pôr do sol, optei por ir pela manhã e foi a escolha certa, pois o dia não trouxe nenhum pôr do sol digno de postal.
Enquanto aguardava o transporte, aproveitei para explorar a recepção e a charmosa saguão do hotel. Tirei fotos (claro!), caminhei por entre cantinhos bonitinhos e me despedi, aos poucos, daquele lugar que já tinha virado abrigo de alma.
Cheguei e o lugar estava vazio, silencioso, do jeitinho que gosto. A recepção foi ótima e decidi começar pela degustação de azeites. Que surpresa boa! Aprendi várias coisas e até mudei o jeito de armazenar azeite em casa. Se antes eu já gostava, agora virei uma verdadeira entusiasta. 🫖
Depois da degustação, fizemos o "passeio de trenzinho" que, na verdade, era um ônibus antigo e charmoso. Visitamos vários cantinhos dos Olivas, mas o que realmente me tocou foi o Bosque Encantado. Um refúgio de paz, silencioso, diante dos paredões do Cânion Pedras Brancas. Anotei mentalmente: na próxima visita, quero passar uma tarde inteira só ali. 🌳Silêncio, paz, uma vista de suspirar, daqueles cenários que te convidam a sentar, deitar e simplesmente existir. Quis ter mais tempo por lá, mas a parada foi breve.
Caminhei ainda pelo parque, vi a oliveira centenária, observei bichinhos, descobri um lago fofo e segui pelas trilhas entre as oliveiras. Tudo muito bonito, com aquele ar bucólico que faz a alma respirar.
Na parte da tarde, já de volta a Gramado, bateu aquela fomezinha e fui comer algumas besteiras deliciosas: um bolinho de pistache, um sorvete artesanal... porque viagem também é isso, né? Caminhei mais um pouco, voltei ao Lago Negro, dei uma passada pela Praça das Etnias, respirei fundo o ar frio e fui para o hotel me preparar para a experiência gastronômica da noite.
E que experiência! Finalmente realizei um desejo antigo: comer polvo. Desde a infância essa vontade me acompanhava, desde que comi na casa da Tia Lia, precisava comer polvo novamente. Escolhi a Casa Di Pietro, charmosa, com boas avaliações e... polvo no cardápio! 😱
O atendimento foi ótimo, o lugar lindíssimo, pedi uma bebida sem álcool refrescante (inspirada naquela que tomei na pizzaria Hector) e... chegou o prato. Belíssimo! Mas ... e aqui vem o plot twist, o polvo tinha uma textura que não me convenceu. Entre cogumelos e tentáculos, tudo estava meio borrachudo, sabe? Parecia que meu paladar e aquele prato estavam falando idiomas diferentes. Arrependida de não ter pedido uma massa ou qualquer outra coisa, saí de lá com vontade de algo que realmente parecesse comida. 🫵
A solução? Um sorvete da Prawer, claro! Refrescante e macio, limpou meu paladar e me devolveu o prazer de saborear.
Ah, nesse dia também fiz minhas compras de chocolate. Até então, eu estava apenas namorando vitrines, mas resolvi garantir minhas caixinhas. Comprei poucos, confesso. Na próxima visita, não economizo!
Vivi outras coisinhas simples em Gramado que nem sei ao certo em que dia encaixar. Docinhos, banquinhos de praça, caminhadas despretensiosas, arquitetura encantadora... Foram dias mágicos. Cheios de descobertas, aprendizados, delícias e algumas decepções também. Mas tudo isso faz parte da jornada. Foram essas experiências que me lembraram por que eu sigo, por que vale a pena resistir e me permitir esses momentos. 🌍💜
No próximo post, conto um pouco sobre o voo De BH até Porto Alegre, a experiência gratificante com a Latam e em breve postagem uma outra viagem.... como fui parar em... Punta Cana! Algum palpite? 🇵🇷✨


































































