domingo, 11 de maio de 2025

Sexto dia em Gramado - um dia sem roteiro: descobertas 🚌, decepções 🦕 e delícias 🍫

 

💫 Gramado – Dia 06: Entre surpresas, decepções... e a melhor calda de chocolate da vida!

Ah, o sexto dia… Acordei com uma liberdade deliciosa: nenhum plano, zero compromissos. E isso, por si só, já era um presente. Resolvi deixar a cidade me guiar. Peguei o já conhecido BusTour e fui, como quem dança no embalo da curiosidade.









 

Dessa vez consegui sentar lá na frente do ônibus (um lugar disputado, viu?). Com a câmera ligada e o coração aberto, filmei boa parte do trajeto como se estivesse guardando lembranças em potinhos. Tudo parecia mais bonito, mais calmo, mais Gramado.

Voltei ao Lago Joaquina Rita Bier  e que diferença faz estar sem pressa! 🌿
Fiquei ali um tempinho, sem obrigações, só sentindo o lugar. Ele ganhou outros contornos, outra poesia. Era como se, pela primeira vez, eu realmente o visse.




 

Ainda no embalo do BusTour, resolvi visitar um lugar que tinha deixado de lado nos outros dias (mas que já estava pago): o famoso Vale dos Dinossauros.
Bom... 🤔 tirando a entrada, que tem aquele carro cinematográfico que nos leva até o início da trilha e dá uma vibe "Jurassic Park", o resto foi, digamos... decepcionante.

Duas trilhas curtinhas, poucos dinossauros (ou melhor, uns bonecos gigantes parados), e um clima meio morno. Até um pai com seu filho, ao meu lado, soltou um “só isso?” que eu não consegui conter o riso.
Mas como boa turista otimista, ainda caí no velho golpe das fotos caras no final do passeio (sim, eu paguei! rs). Próxima vez? Já estarei "vacinada"  e sem fazer pose!

 










 

Por volta das 17h, a fome bateu como um dinossauro faminto 🦖.
Corri para um restaurante que me foi recomendado (vou conferir o nome depois!). A comida? Simples. Pouquíssima farofa, arroz contadinho... Mas o bife? Ahhh, o bife!
De alcatra, nem era filé! Mas um dos mais macios e saborosos que já comi na vida. Sério! Temperado com talento, carinho e um quê de mágica. Recomendo o lugar com gosto.Aliás, tudo, muito gostoso, apenas porções minúsculas. 


E ainda tinha espaço no estômago (alô, andanças noturnas!). Caminhando pela Borges de Medeiros, dei de cara com a tão falada Casa da Velha Bruxa.
Pedi algo sem pensar muito: uma simples bola de sorvete com calda de chocolate.
E então… BOOM!
Fui teletransportada para outro universo.

A MELHOR calda de chocolate da minha vida. Sem exageros.
Quando chegou, até pensei: “devia ter pedido sem calda…” (por quê, Ana?!). Ainda bem que não pedi. Era cremosa, quente, com sabor de infância e textura de poesia.
Tive vontade real de lamber o copo. Não lambi (por pouco).
Mas saí de lá com uma certeza: na próxima visita, volto pra explorar o cardápio todo!





 

E assim foi meu sexto dia em Gramado:
livre, leve, com altos e baixos, mas cheio de histórias para contar. 💛
E chocolate. Muito chocolate.




 

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